sexta-feira, 6 de abril de 2018

A Bem-Sucedida Arte da Dependência

A vida do homem é muito dinâmica. A tecnologia nos proporcionou mais facilidade, praticidade e versatilidade. Muita coisa tem se tornado mais simples bastando um simples clique e pronto, o Uber chega, a reserva de um hotel é feita, você fica informado sobre o saldo da sua conta, um parente recebe notícias suas, você chega a qualquer lugar do Brasil pela primeira vez... bom, estou falando da praticidade que o celular nos proporciona. É tudo tão natural que não percebemos o quanto dependemos dele. A verdade é que a dependência não está apenas no aparelho de celular. A dependência está associada à nossa vida. Dependemos de equipamentos para realizarmos algumas atividades, de pessoas para algumas ações, da boa saúde para realização de algumas tarefas, do cônjuge para alguns compromissos, dos filhos para um favor, enfim, a dependência faz parte da nossa vida.
A nossa vida ministerial não é diferente. Dependemos de equipamentos, pessoas, saúde, amigos, mas principalmente dependemos de Deus. Não realizamos o ministério tão somente com boa vontade, equipamentos, livros, pessoas cooperadoras... todos estes elementos fazem parte, mas não é a base do ministério. A dependência no Senhor é que faz com que tenhamos um ministério frutífero e bem-sucedido. Não há êxito no ministério se não houver total dependência do Senhor. A dependência é um exercício precioso e altamente necessário.
Josafá foi um dos reis de Judá, sendo sucessor de seu pai Asa. É muito interessante olhar para a vida de Josafá e aprender com ele esta tão boa e eficiente dependência. Sua postura mediante um grande desafio, talvez o maior que ele tivera até então, foi essencial para que ele lograsse êxito.
Houve uma grande adversidade na vida de Josafá e esta ocasião foi um bom exercício para ele exercer sua dependência de Deus. Não é verdade que somente grandes adversidades nos levarão a depender do Senhor; dependemos do Senhor em tudo. Mas esta ocasião do rei Josafá, relatada em 2Crônicas 20, foi sem dúvida uma de suas maiores adversidades registradas na Bíblia.
É interessante observar que Josafá foi um homem que andou nos caminhos do Senhor. Ele seguiu o bom exemplo de seu pai Asa e exerceu o seu governo de forma profícua (2Cr 20.31-33). Isso mostra algo interessante: as adversidades farão parte da vida de um servo de Deus, independente da piedade e devoção que ele tenha para com Deus. Não é apenas nesta ocasião que Josafá mostra ser um homem piedoso e que buscava ter uma vida de dependência do Senhor. No capítulo 19 vemos que ele era um homem que buscava fazer o que era reto; ele fez uma renovação religiosa (19.4), indicou juízes e outros oficiais (19.5-11).
Nos capítulos anteriores vemos que Josafá tinha o costume de buscar a vontade de Deus. No 17.3,4 diz que que ele procurou a Deus. Esta passagem nos mostra que no início de seu reinado, ele buscou a Deus para conduzi-lo no reinado que lhe estava proposto. No capítulo 18, vemos mais uma vez que Josafá buscou a Deus. Ele cometia seus erros, e podemos perceber que fazer alianças, não era o seu ponto forte. Nesta ocasião, ele está em aliança com um dos piores reis de Israel, Acabe (e no capítulo 19 ele faz aliança com o ímpio rei Acazias). A ser convidado por Acabe para entrar em uma guerra, ele pede que antes, Deus dissesse a eles se deveriam ir ou não para esta guerra (18.4-6); e mesmo ouvindo a quatrocentos profetas indicados pelo rei Acabe, ele pergunta: “Não há, aqui, ainda algum profeta do Senhor, para o consultarmos”? No capítulo 19.1-3, o profeta o repreende por ter ele feito esta aliança, e apesar da repreensão, há algo interessante que o profeta diz: “Contudo... dispuseste o coração para buscares a Deus”.
Um servo piedoso não apenas passará por adversidades, como elas poderão ser de grandes proporções. A coalisão feita por Moabe, Amom e alguns dos meunitas constituiu em uma grande multidão que viria lutar contra Josafá. O texto não diz nem a quantidade exata de homens que estavam prontos para lutar contra o rei de Israel, mas o fato de dizer que era uma grande multidão e pela reação que Josafá tem, já basta para entendermos que era algo grandioso.
Vemos que ele era um homem temente a Deus, e apesar disso, passou por grandes lutas. A nossa fidelidade a Deus não constituirá em uma isenção de adversidades. No serviço do Senhor, as lutas farão parte, independente de nossa fidelidade. O crente fiel passará por experiências amargas, como perdas de pessoas queridas, acidentes graves com sequelas a pessoas de nossa família, perda de emprego, parentes morrendo pela dependência química, assaltos, doenças jamais imaginadas na família, roubos, injúrias, injustiças e tantas outras situações. A fidelidade a Deus não o ausentará destas lutas, mas certamente te fará passar por elas de forma diferente. Houve (e ainda há) até quem quis justificar sua fidelidade comparada a dos ímpios, como foi o caso de Asafe no Salmo 73, mas ele mesmo concluiu: “Todavia, estou sempre contigo, tu me seguras pela minha mão direita” (v. 23).
O apóstolo Paulo chegou ao final de sua vida, velho, numa masmorra, solitário, sem amigos e com frio. Não vemos nenhum dos apóstolos chegando ao final da vida, aposentado, cuidando de sua chácara. Pelo contrário, todos eles viveram em meio a lutas e perseguições, mesmo sendo tão piedosos como foram. As experiências do apóstolo Paulo o fizeram dizer: “aprendi a viver contente” (Fp 4.11). É bem verdade que temos desejos, e alguns destes desejos são apresentados em contextos de grandes adversidades, mas certamente poderemos contar com o providencial amparado do nosso Senhor. Algumas das nossas lutas servem para nos ensinar sobre a dependência de Deus.
É salutar perceber a postura do servo Josafá. Dos versos 3 a 13 ele nos ensina ricas atitudes. Ele sentiu medo (3), e este sentimento o leva a fazer o que costumava fazer até então: buscar o Senhor.
Ele como líder, conseguiu influenciar positivamente aquela comunidade. Enquanto vemos alguns líderes que ao invés de ajuntar, espalham, Josafá reúne a congregação de todo o Judá para este propósito. Os versos 5, 13, 14 e 26 mostram que a união do povo foi uma boa atitude para aquele momento. A comunhão daquele povo os fizeram experimentar uma diversidade de momentos especiais. Josafá louva a Deus pelo Seu poder soberano (6) e pelas Suas dádivas (7-9). É uma atitude interessante e importante em momentos de adversidades, pois Deus sempre deve ser louvado, independente da situação, pois tudo deve ser para o Seu louvor. Josafá louva pelo que o Senhor já havia feito na história e isso é terapêutico e didático, afinal, lembrar os feitos do Senhor nos renovam a esperança em Deus, pois Ele não muda e foi Ele quem escreveu nossa história e sabe muito bem como nos fazer ter bom êxito.
Mas há ainda algo interessante, após o seu louvor e antes de pedir auxílio ao Senhor, ele apresenta ao Senhor as suas queixas (10-11). Ele de forma clara mostra sua indignação com a atitude desta coalisão, afinal, o bem que eles receberam do Senhor estava sendo retribuído com mal. Na saída do Egito, Deus conduziu os hebreus e os fez passar de largo nestas cidades. Agora estes estavam retribuindo com mal. É interessante pensar que Josafá com toda sua piedade, se sentiu à vontade de abrir o coração para o Senhor e dizer a Ele do sentimento que estava sentindo. Esta intimidade nos é ensinada de forma clara nos Salmos, pois as orações mostram que podemos desfrutar da intimidade com o Senhor, colocando diante Dele os nossos sentimentos amargos e nosso coração ferido. Josafá, após seu desabafo, pede a ajuda a Deus, expressando por meio de sua oração, a mais bela demonstração de dependência registrada na Bíblia: “não sabemos nós o que fazer, porém os nossos olhos estão postos em ti” (12). Josafá mostra sua incapacidade, reconhece que não tem o que fazer, está com medo, mas ainda tem um recurso: olhar para Deus e buscar o Seu auxílio. É importante que em nossos ministérios, entendamos que sem Jesus, nada podemos fazer (Jo 15.5). Esta foi a postura de Josafá e deve ser a nossa também.
Há muitos outros princípios a aprender neste texto. Mas há ainda um elemento que precisamos olhar com atenção: A resposta de Deus (14-19).
Vemos a resposta de Deus vinda de uma fonte inesperada, um levita, e não um profeta. Por vezes colocamos diante de Deus algumas questões e achamos que as soluções serão de acordo com a “porta” que enxergamos. Mas Deus tem pensamentos e caminhos maiores e melhores dos que os nossos; aprendemos isso no livro do profeta Isaías 55.8,9: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos. Deus não está limitado à nossa forma de resolução; Ele em sua onipotência e soberania tem caminhos que o homem não poderia mensurar.
É interessante observarmos a ordem dada por Deus, que é: Não tenham medo (15). Esta ordem é repetida no verso 17. Não é somente aqui que vemos Deus respondendo aos seus servos com esta ordem. Ela parece ser bem comum na Bíblia. Em Números 14.9 Josué encoraja o povo após o relatório negativo dos espias. Neste contexto ele desafia o povo a não ter medo. Em Deuteronômio 20.1-4, Moisés encoraja o povo para que em suas batalhas não tivessem medo. Já em Isaías 41.10 está registrado: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”. Quando lemos Josué 1.1-9, vemos o mesmo Josué que havia encorajado o povo, agora experimentando do mesmo encorajamento, porém agora, vindo do próprio Deus. Por várias vezes neste texto, vemos o Senhor encorajando a Josué. Deus queria retirar qualquer medo que porventura estivesse no seu coração. Deus faz duas afirmações para Josafá e a primeira delas foi dizer que a batalha não era dele (15, 17). Deus tinha uma aliança com Seu povo e batalharia por eles. A outra afirmação foi a de que Deus estava presente com eles: “O Senhor é convosco” (17). Em Crônicas é possível perceber esta presença de Deus como forma de encorajamento (2Cr 13.12; 17.3; 32.7). São duas afirmações que deixam qualquer servo do Senhor em paz. Mas não é apenas no AT que vemos isso, no NT percebemos este encorajamento também. Em Mateus 28.20 diz: “...E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. Em João 14.16,17 também encontramos este encorajamento: “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê, nem O conhece; vos O conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós”. Este encorajamento é o que devemos lembrar quando enfrentamos as adversidades do ministério. Cristo havia dito que passaríamos por tribulações (Jo 16.33). E como é bom saber que não estamos sós! O παράκλητος (paracletos) estará com os seus para sempre!
Como Deus havia dito, a peleja não seria deles. Isto é o que vemos a partir do verso 24. Aquela multidão de guerreiros não passava de uma multidão de corpos mortos em terra. Deus tinha pelejado por eles. Esta foi uma das vitórias mais memoráveis da história de Israel, pois não foi sequer necessário uma gota de suor por parte dos guerreiros de Israel. Deus providenciou que os inimigos se destruíssem mutuamente. Quando vemos a batalha de Gideão com apenas trezentos homens (Jz 7), ficamos maravilhados! Mas a batalha de Josafá foi muito especial, pois Deus foi quem lutara por ele. Creio que nem o mais piedoso dos homens de Josafá pensou que Deus faria aquilo. Isso nos faz pensar que Deus não está circunscrito às oportunidades que enxergamos. Ele pensa, vê e faz muito além do que possamos pensar. Lembra da passagem pelo Mar Vermelho (Ex 14)? Lembra da conquista de Jericó (Js 6)? É importante aguardarmos as instruções do Senhor e certamente poderemos esperar pelo Seu agir.
Observando a história de Josafá é impossível ser um cristão sem o exercício da dependência de Deus. Quando Moisés questionou ao Senhor como falaria a Faraó, ele ouviu: “O Eu Sou é contigo”! Paulo ao relatar aos Filipenses as suas experiências diversas, muitas destas, adversas, ele diz o porquê de ter conseguido: “Tudo posso Naquele que me fortalece” (Fp 4.11-13).
A dependência é uma decisão bem sucedida.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Abnegação de um Discípulo

Sabemos o valor da identidade e em muitos casos, gostamos bastante da identidade que nos atribuem ou aquela que buscamos ter. Só que nem sempre é analisado e avaliado o investimento que é necessário para alcançar aquele patamar. Há profissões que são necessários anos de estudos, outras que requerem muita abnegação. Percebemos que sempre há algum investimento que se faz necessário, e para ser um discípulo não é diferente.
Ser um discípulo não é apenas uma questão de nomenclatura ou status. Um discípulo é reconhecido pelo que pensa, faz, diz ou pelo que é e assim, o identificarão com o seu mestre ou mentor. As autoridades, os anciãos e os escribas ao perceberem a intrepidez de Pedro e João, sendo eles iletrados e incultos, chegaram à conclusão de que “eles estiveram com Jesus” (At 4.13).
Lucas em seu Evangelho nos apresenta três homens que tiveram a oportunidade de serem discípulos de Jesus, mas mostraram não estarem preparados para tal projeto. Este relato é encontrado no capítulo 9.57-62 e neste podemos refletir sobre a nobre identidade de um discípulo e para tal, é necessário observar algumas implicações. Estas implicações podem ser observadas nos diálogos de Cristo com cada um destes homens.
A primeira implicação é possível ver no episódio ocorrido com o primeiro homem (57-58). De acordo com Mateus 8.19, ele era um escriba, que afirma querer andar com Jesus. Mas ao ser interpelado pelo Salvador percebemos que ele não estava disposto a abrir mão de algumas regalias. Seguir a Jesus é uma experiência rica e maravilhosa, mas nem sempre é fácil. Jesus, sendo Filho, não tinha onde reclinar a cabeça. Quando vemos os apóstolos e tantos outros mártires, que abdicaram de tudo e da própria vida, para se manterem como discípulos de Jesus, percebemos que há um custo, e o discípulo deve estar ciente disto. A Jeremias custou ser jogado em uma cisterna e lá ficar atolado na lama, mesmo ele exercendo fielmente a sua identidade de profeta. A José custou uns anos na prisão, mesmo sendo ele inocente e reto diante do Senhor. A Paulo e Silas o custo foi o de serem açoitados, mesmo sendo eles os instrumentos do Senhor para libertar uma jovem de demônios e de seus senhores opressores.
É interessante o convite feito por Paulo a Timóteo: “Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo” (2Tm 2.3). Um discípulo passará por sofrimentos, como vemos na vida do apóstolo Paulo. E neste contexto de Timóteo, ele é convidado por Paulo para sofrer junto com ele. Um bom discípulo e soldado participa dos sofrimentos dos santos. O sofrimento faz parte da vida de um discípulo. Cristo disse que seríamos como ovelhas no meio de lobos (Mt 10.16), e o apóstolo Paulo, citando o Salmo 44 disse que por amor a Deus, seríamos entregues à morte o dia todo, e seríamos considerados como ovelhas para o matadouro (Rm 8.36). Um discípulo não tem uma vida de luxo, pelo contrário, ele deve carregar a sua cruz, ser afligido, rejeitado e provado.
Já no segundo episódio (59-60) podemos ver algo bem interessante. O segundo homem teve a honra de ser convocado por Jesus, diferentemente do escriba. Este homem teve a sublime oportunidade de ser um discípulo escolhido pelo Senhor. Uma convocação como a nossa, onde o Senhor nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz (1Pe 2). Nós que estávamos mortos em nossos delitos e pecados, –segundo Paulo escreve aos irmãos de Éfeso – passamos a ter vida em Cristo Jesus.
Mas este segundo homem parece não ter entendido a dimensão deste chamado. A narrativa nos revela que ele tinha algo mais importante, a prioridade da sua vida naquele momento era sepultar seu pai. É possível que esta resposta dada a Jesus revela o desejo que este homem tinha de esperar pela morte de seu pai, aproveitar os possíveis últimos dias de vida, para depois de sua morte, ele seguir a Jesus.
Jesus aqui não o incentiva a desonrar seu pai, mas sim, mostrar a este homem que a pregação do Reino de Deus deve ser a prioridade de um discípulo, e que isso é mais importante que qualquer coisa. Hernandes Dias Lopes expressando sobre a importância da pregação disse:[1]
“Todo chamado é um enviado. Quem encontrou o Pão da vida, não pode sonegar esse Pão aos que perecem. Aqueles que foram arrancados do império das trevas, não podem deixar de levar a luz do evangelho aos que jazem nas trevas. Aqueles que foram perdoados, não podem deixar de avisar aos que jazem perturbados pelos seus pecados, que Deus é rico em perdoar e tem prazer na misericórdia”.

Esta é uma necessidade que urge e todo discípulo a deve ter como prioridade.
O terceiro e último episódio (61-62) mostra mais um homem que se dispõe a seguir a Jesus, mas parece não estar tão determinado a isso. Ele pede para primeiro se despedir dos da casa. Talvez este seja o diálogo mais intrigante desta perícope, pois poderíamos argumentar: “Que mal há em uma despedida”? Afinal, este mesmo pedido foi feito por Eliseu à Elias e na ocasião lhe foi concedido (1Rs 19.19-21). O texto não explica o porquê, mas temos confiança plena que Jesus, conhecedor do que passava no coração das pessoas, sabia que este homem não estava com o coração totalmente engajado no Reino e por isso, fala sobre a importância de não olhar para traz. O discípulo é chamado a olhar para frente, chamado para avançar e por isso não pode ter alguma coisa que o prenda e o faz olhar para traz.
Possivelmente o coração deste homem estava dividido. A nobre honra de ser um discípulo não permite que o discípulo tenha o pé em uma canoa e o outro pé em outra canoa, pois certamente as canoas terão destinos diferentes.
Ser um discípulo de Jesus é nobre, ímpar e sublime. É necessário lembrar que juntamente com esta honra, há responsabilidades as quais não podem ser esquecidas. Essa identidade requer saber que há um custo, sempre haverá o que abrir mão para que o Reino de Deus seja prioridade e somente conseguirão ser discípulos assim, aqueles que forem determinados e resolutos. Todos quantos são discípulos de Jesus buscarão essas qualificações.
Em um contexto de liderança tão pluralista, sincrética e apática, se faz necessário que na igreja de Jesus tenha líderes corajosos, comprometidos com o Reino, comprometidos com Jesus e que tenham entendido o chamado de Jesus feito a eles para servirem como impávidos discípulos.




[1] http://hernandesdiaslopes.com.br/portal/evangelizacao-o-tempo-e-agora/

A Bem-Sucedida Arte da Dependência

A vida do homem é muito dinâmica. A tecnologia nos proporcionou mais facilidade, praticidade e versatilidade. Muita coisa tem se tornado...